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domingo, 6 de maio de 2018

Roteiro de 3 dias por Ouro Preto - Minas Gerais

Ouro Preto é uma das cidades históricas mais interessantes para se conhecer no Brasil.

Dizem que os bandeirantes que exploravam a região encontraram pedras pretas no Ribeirão Tripuí e enviaram para análise do governador Artur de Sá de Menezes. Ao analisarem, descobriram que por trás daquela capa preta (de óxido de ferro) o que tinha era ouro puro.

Iniciava-se o ciclo do ouro no Brasil. A descoberta gerou uma corrida pelo metal precioso sem precedentes, que em pouco tempo transformou Ouro Preto numa das cidades mais importantes e populosas das Américas.

Com o tempo, o ouro encontrado em pedras nos ribeirões foi ficando escasso, fazendo surgir também as primeiras minas, que fazem enormes caminhos por baixo das montanhas de Ouro Preto. As minas foram construídas às custas do trabalho escravo e de muitas mortes de gente que trabalhava em condições mais que precárias.

Praça Tiradentes - Ouro Preto - Minas Gerais - Cidade Histórica, Unesco, Ciclo do ouro, Inconfidência Mineira, Independência do Brasil
Praça Tiradentes

Nos anos 1700, Vila Rica, como era chamada Ouro Preto, começou a atrair a atenção dos portugueses pela corrida do ouro. A população oficial da colônia durante o ciclo do ouro saltou de 300 mil para mais de 3 milhões de habitantes. A capital foi transferida de Salvador para o Rio de Janeiro, por ser um porto mais próximo da região do ouro e facilitar o embarque do  precioso metal.

Nesse período a população de Portugal também foi reduzida quase à metade. Cerca de 800 mil portugueses deixaram Portugal em busca das riquezas do Brasil. Muitos escravos também foram trazidos da África para trabalhar nas minas.

Em 1730 a cidade já tinha cerca de 40 mil habitantes e algumas décadas depois mais de 80 mil. Uma metrópole para os padrões de então. Em muito pouco tempo, Ouro Preto tinha o dobro da população de Nova York.

A riqueza do ouro fomentou também um grande crescimento intelectual na cidade, que a enriqueceu culturalmente. A cidade fervilhava com novas ideias, notadamente o movimento da Inconfidência Mineira.

A Inconfidência (ou Conjuração) Mineira foi um movimento emancipacionista, liderado pela elite financeira e intelectual de Minas Gerais, surgido em reação aos impostos abusivos cobrados pela coroa portuguesa sobre o ouro extraído (o famoso "quinto dos infernos", já que 20% do ouro deveria ir para a coroa) e inspirado pelas ideias iluministas que circulavam pela Europa, a Revolução Francesa e a Independência dos Estados Unidos. Dizem que os conspiradores brasileiros trocavam correspondências com os revolucionários franceses e americanos que influenciaram diretamente as suas ideias. O movimento teve também forte influência da maçonaria.

Após a Independência do Brasil, Ouro Preto passou a se chamar Imperial Cidade de Ouro Preto e recebeu o status de capital da província de Minas Gerais (antes era a vizinha Mariana). Já no período republicano, os políticos queriam modernizar o Brasil a todo custo e transferiram a capital de Minas Gerais para Belo Horizonte, pois a topografia de Ouro Preto limitava o seu crescimento e também porque Ouro Preto era vista naquela época como símbolo do atraso. A mudança de capital fez Ouro Preto perder quase metade de sua população, que migrou, principalmente, para a nova capital.

Ouro Preto foi a primeira cidade brasileira a ser considerada patrimônio histórico pela Unesco. A cidade respira História e tudo é muito bem preservado. Lá, você vai encontrar muitos museus interessantes, igrejas, arte barroca e lindas ruas para andar devagar, contemplando.

O Roteiro sugerido neste post pode ser explorado em 3 dias inteiros. Recomendo ficar então 4 noites, já que o dia de chegada e de partida costumam ser pouco aproveitados. No post há um mapa com sugestões separadas por cores (uma para cada dia de visita), além de lugares para comer, para sair à noite etc.


Como chegar

Se não for de carro, há vários ônibus da empresa Pássaro Verde saindo de Belo Horizonte a cada hora. A passagem custa cerca de 40 reais e a viagem dura 2h30.



Onde ficar

Ao chegar em Ouro Preto, tarde da noite, tivemos uma experiência terrível. Ficamos inicialmente hospedados no Brumas Ouro Preto Hostel, que fica perto da rodoviária e, olhando pela internet parecia ser bom, mas na realidade o quarto era muito sujo, empoeirado, com muitos insetos, inclusive insetos mortos sobre a cama. O banheiro tinha um chuveiro elétrico cheio de gambiarras que dava medo. Os funcionários também eram despreparados e não sabiam nem informar a voltagem do lugar. Não conseguimos passar mais de uma noite lá e pedimos o rembolso das noites seguintes. Apesar dos contratempos, a dona, que conversou comigo por whatsapp, pediu mil desculpas e foi bastante atenciosa, depositando o rembolso no prazo combinado.

Na manhã seguinte mudamos para o Hotel Pousada Casa Grande. Este sim nos agradou bastante. O hotel era limpo, bem estruturado, bem localizado, com funcionários atenciosos e um café da manhã delicioso.

Clique aqui para saber mais sobre o Hotel Pousada Casa Grande

Quarto do Hotel Pousada Casa Grande


Onde comer

Todo mundo sabe que Minas Gerais tem uma culinária maravilhosa e farta, e Ouro Preto não foge à regra. Há um monte de Casarões coloniais antigos que foram transformados em restaurantes deliciosos. Aqui, vou recomendar 3 de estilos bem diferentes, mas igualmente bons:

Contos de Réis - Buffet livre de comida mineira. Uma delícia e você sai de lá morto de feliz e sem precisar comer de novo por um bom tempo. O restaurante fica na parte de baixo, onde era a senzala, de um antigo casarão do século XVIII.

Casa do Ouvidor - Comida mineira a la carte, muito saborosa e bem servida. O atendimento é ótimo e tudo é muito bonitinho.

Bené da Flauta - Comida e ambiente bem sofisticados. Tem comida mineira e de outros tipos. Ótimo para ir à noite e jantar com um vinho acompanhando.

Casa do Ouvidor

Bené da Flauta


Onde sair à noite

Conhecemos dois lugares bacanas em Ouro Preto.

O Tenente Pimenta Rock Bar, com um ambiente bem jovem, universitário. Toca rock, mas não tem banda. Lá tem cervejas especiais, drinks e petiscos gostosos.

O outro é o Escadabaixo e foi o que mais gostamos. Tem som ao vivo de muita qualidade (Jazz, MPB, Bossa Nova), comida deliciosa e também cervejas especiais drinks etc. Além do ótimo atendimento.

Escadabaixo


O que visitar

Os locais estão mais ou menos agrupados por proximidade, indicando lugares que podem ser conhecidos no mesmo dia. Nossa sugestão é que você agrupe seus passeios por dia. Após os resumos, há um mapa interativo com os locais sugeridos para visitar (você pode dar zoom e clicar nos itens marcados), com uma cor para cada dia. Em seguida, informações mais detalhadas sobre cada local. No mapa também estão marcadas as sugestões que nós demos de lugares para sair (marcados com uma estrela), o hotel onde ficamos e lugares para comer, com os seus ícones correspondentes.

Praça Tiradentes (Vermelho) - A Praça principal da cidade. Nela ficam dois ótimos museus que você precisará de bastante tempo para visitar: O Museu da Inconfidência e o Museu de Ciência e Técnica (Museu de Mineralogia).

Minas e Lado Leste (Amarelo) - A Igreja de São Francisco de Assis, Casa de Tomás Antonio Gonzaga, Igreja Nossa Senhora da Conceição, Mina du Veloso, Mina 13 de Maio e Mina do Chico Rei.

Mariana e Lado Oeste (Verde) - Igreja Matriz Nossa Senhora do Pilar, Igreja Nossa Senhora do Carmo, Casa dos Contos, Igreja de Nossa Senhora do Rosário, Mina da Passagem e Passeio de trem para Mariana.




Ir com guia ou sem guia?

O Roteiro Vermelho é completamente central e dá para fazer sem guia, além disso você vai passar muito tempo no interior dos museus. Os roteiros Verde e Amarelo, recomendo fazer com guia, de carro.

Nós não tivemos muita sorte com guias em Ouro Preto. Assim, sugiro que você busque uma estratégia diferente da nossa para escolher o seu guia.

Na Praça Tiradentes tem um monte de guias que fica oferecendo os serviços e essa foi a forma que escolhemos os nossos. Não deu muito certo.

No primeiro dia, fomos abordados pelo guia Ramon, que pareceu bastante convincente. Fechamos com ele por dois dias. A primeira coisa que ele fez foi nos convencer a mudar de restaurante que tínhamos planejado almoçar, para um que ele ganhava o almoço grátis quando levasse turistas. Depois, tínhamos combinado uma série de pontos turísticos para um dia e, para o dia seguinte, mais alguns pontos turísticos e o passeio para Mariana. O que aconteceu foi que ele só nos levou nas minas cujas entradas eram super caras e certamente ele ganhava comissão e depois disse que seria melhor deixar o resto para o dia seguinte. Pediu para que pagássemos os dois dias. Não aceitei pagar o segundo dia adiantado e paguei só o primeiro. De manhã cedo do segundo dia ele inventou uma desculpa e não apareceu. Felizmente eu não tinha pagado o segundo dia.

Tivemos que voltar à praça para encontrar outro guia. Fechamos com o guia Magela, que apesar de bem intencionado, era extremamente despreparado. Não dava muitas informações sobre os lugares, ou dava informações contraditórias ou pouco confiáveis. Nunca sabia responder bem aos meus questionamentos. Para mim, que gosto de História e de conhecer os detalhes dos lugares, foi um sacrifício. Às vezes íamos a algum lugar e eu ficava mais interessado em ouvir os guias de outros grupos, que davam informações mais precisas e confiáveis que o nosso guia. Ele se gabava de ser guia há mais de 30 anos e de ter feito vários cursos de guia, mas pelo visto não foi um bom aluno.

Em resumo, não recomendo esses dois guias. Talvez o ideal seja pagar um pouco mais caro e contratar um guia através de alguma empresa de turismo da cidade com boa reputação.



Praça Tiradentes e o Museu da Inconfidência

A Praça Tiradentes é a praça principal da cidade. O edifício maior ao fundo é onde ficava a antiga Casa da Câmara e Cadeia da cidade e hoje funciona o Museu da Inconfidência e o monumento no meio é uma homenagem a Tiradentes e à Inconfidência.

O Museu da Inconfidência é rico em história e foi o lugar que mais gostei de visitar em Ouro Preto. O andar de baixo é dividido em duas partes: uma conta como era a vida das pessoas e o dia a dia da pujante Ouro Preto, entre os séculos XVIII e XIX; a outra conta a história da Inconfidência Mineira e seus personagens, tendo um panteão no final com restos de alguns destes personagens que foram repatriados a pedido do então presidente Getúlio Vargas, que ordenou a construção do mesmo. No andar de cima uma grande coleção de objetos que pertenciam a famílias da época e igrejas, incluindo algumas peças de Aleijadinho.

Museu da Inconfidência (ao fundo) e o monumento em homenagem a Tiradentes

Quando Tiradentes foi enforcado no Rio de Janeiro, ele foi esquartejado em seguida e cada parte de seu corpo foi exposta em uma cidade diferente para servir de exemplo para os rebeldes que lutavam pela independência.

A cabeça dele ficou exposta nesta praça, no local onde hoje está a estátua, por apenas um dia. Ela foi roubada durante a madrugada e até hoje ninguém sabe o seu paradeiro.

Abaixo, um vídeo curtinho contando um pouco mais sobre essa História:


Museu da Inconfidência

Vista a partir da Praça Tiradentes

Visão panorâmica da Praça Tiradentes a partir do Museu de Mineralogia

Museu de Ciência e Técnica (Museu de Mineralogia)

Muitos o chamam de Museu de Mineralogia, mas essa na verdade apenas uma das muitas seções do ótimo Museu de Ciência e Técnica da Escola de Minas da Universidade Federal de Ouro Preto. O museu é como se fosse, na verdade, um museu de museus, com diversas seções, cada uma com um dos temas a seguir: Astronomia, Desenho, Eletrotécnica, História Natural, Metalurgia, Mineração, Mineralogia, Siderurgia e Topografia.

Entrada do museu

Interior do Museu

Garimpeiro

Meteorito

Dom Pedro I

Igreja de São Francisco de Assis

Essa igreja se destaca por ser a principal obra do escultor Aleijadinho. Ele elaborou o projeto básico da fachada e da decoração em relevos, além de ter esculpido, ele mesmo, alguns dos seus elementos. Ela é considerada uma das 7 maravilhas de origem portuguesa no mundo.

A igreja é de estilo Barroco com elementos Rococó. Na fachada, há elementos de guerra, como canhões, balas de canhões pegando fogo e torres inspiradas em torres de defesas. Estes elementos fazem referência à participação de São Francisco de Assis nas guerras das cruzadas.

No interior, o teto da nave central foi pintado pelo mestre Ataíde, maior nome da pintura colonial brasileira.

Infelizmente não é permitido fotografar no interior da igreja e da maioria dos monumentos de Ouro Preto. A entrada custa 10 reais.

Igreja de São Francisco de Assis - Ouro Preto, Minas Gerais. Aleijadinho, mestre Ataíde, barroco, rococó
Igreja de São Francisco de Assis


Casa de Tomás Antonio Gonzaga

Nessa casa morou, enquanto ocupava o cargo de ouvidor de Vila Rica, o português Tomás Antonio Gonzaga, um dos inconfidentes e autor do livro Marília de Dirceu. A casa fica em frente à Igreja de São Francisco de Assis e foi provavelmente, um dos locais onde se reuniam os inconfidentes.

Marília não foi só uma personagem do clássico da literatura, ela foi real e se chamava na realidade, Maria Doroteia Joaquina de Seixas Brandão. Aos 15 anos conheceu o poeta e jurista Tomás Antônio Gonzaga, 38 anos de idade, de quem tornou-se noiva aos 22 anos, em 1789. Após ser delatado por Joaquim Silvério dos Reis, acusado de conspirador, por ser um dos inconfidentes, Gonzaga foi preso e levado para o Rio de Janeiro e começou a se corresponder com Maria Doroteia usando os pseudônimos Marília e Dirceu, para evitar ser descoberto. Depois ele foi exilado em Moçambique, condenado a viver como degredado até o fim de seus dias, onde ainda se casou com a filha de um comerciante de escravos e teve dois filhos.

Fachada da casa

Explicação sobre o museu

Vista da janela da casa

Trechos de suas obras

Minas de Ouro

Ouro Preto está repleto de minas por dentro das montanhas. É que num primeiro momento a cidade cresceu graças ao ouro de aluvião, que ficava solto nos riachos, em pedras com óxido de ferro (ouro preto), mas com o tempo esse ouro foi ficando escasso e eles começaram a perfurar minas.

Inicialmente as minas eram abertas em condições precárias, por escravos que acabavam vivendo apenas cerca de 25 a 30 anos, morrendo principalmente de problemas pulmonares, causados pelas inação diária da fumaça resultante da queima da querosene, usada para iluminar o interior das minas. Nós visitamos duas dessas minas, a 13 de Maio, cuja entrada custou 30 reais, e a Mina du Veloso, que custou 25. São minas muito semelhantes. Você não precisa visitar as duas. Achamos que a du Veloso teve explicação de melhor qualidade além de mais barata.

Uma outra boa opção de mina do mesmo estilo é a Mina do Chico Rei, que se chamava Mina Encardideira. Chico Rei foi um escravo que trabalhou por muitos anos nessa mina. Dizem que ele era um Rei no Congo e foi capturado e vendido como escravo para trabalhar nas minas do Brasil. Muitos escravos escondiam em seus cabelos parte do ouro que conseguiam encontrar nas minas. Foi assim que Chico Rei conseguiu comprar a sua liberdade e a de outros escravos e depois comprou a própria mina, que ainda prosperou por muitos anos durante a sua gestão.

Com a revolução industrial, começaram algumas minas modernas, a maioria pertencente à Inglaterra, abertas com dinamite e exploradas com aparelhos mais sofisticados. Elas têm corredores bem mais largos. A Mina da Passagem, no caminho para Mariana, é a maior desse tipo aberta a visitação no Mundo.



Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar

A igreja foi projetada pelo pai e pelo mestre de Aleijadinho, no estilo barroco. Apesar de simples por fora, ela é a segunda igreja mais rica do Brasil, atrás apenas da Igreja de São Francisco, em Salvador.

Quando estávamos em Tiradentes, nos deram a informação que a igreja matriz de lá era a segunda que tinha mais ouro, o que nos causou uma certa confusão: Afinal qual a segunda com mais ouro/rica? Na verdade percebemos que os dois estão certos. A de Tiradentes é a segunda que tem mais ouro, enquanto a de Ouro Preto é a segunda mais rica, pois, apesar de ter um pouco menos de ouro que a de Tiradentes, ela também tem grande quantidade de prata, além do museu no subsolo, que também possui objetos de ouro e de prata.

Infelizmente não é permitido fotografar no interior da igreja e da maioria dos monumentos de Ouro Preto. A entrada custa 10 reais.

Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar - Ouro Preto, Minas Gerais - Segunda Igreja mais rica do Brasil, Aleijadinho, Barroco, Ouro, Prata
Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar


Casa dos Contos

A casa que hoje funciona como museu, já foi um dia a Casa de Fundição do Ouro e a Casa da Moeda, onde se fabricavam os Contos de Réis.

Construída entre 1782 e 1784 para ser a residência de João Rodrigues de Macedo, e Casa dos Contratos, do arrematante da Arrecadação Tributária das Entradas e Dízimas. Também serviu, nessa época, como esconderijo para os membros da Inconfidência Mineira. Pouco depois, durante a repressão à Inconfidência Mineira, a casa serviu para acomodar as tropas do vice-rei, e de prisão para os inconfidentes que pertenciam à alta sociedade. Em 1792, João Rodrigues de Macedo, em grande dívida com o governo, transferiu a casa para a Real Fazenda, que a transformou em sede da administração e contabilidade pública da Capitania de Minas Gerais, e mudou seu nome para Casa dos Contos, onde se produzia o dinheiro que circulava em Minas Gerais e outros lugares do Brasil.

O museu conta a História do dinheiro no Brasil, com vários exemplares de cédulas e moedas históricas, além de Histórias referentes ao período do Ciclo do Ouro.

No subsolo do lugar há ainda uma senzala bem preservada e com utensílios, contando um pouco sobre como os escravos ali viviam.

Casa dos Contos

História das moedas no Brasil


Cédulas de Cruzeiros

Utensílios relacionados ao ouro

Igreja de Nossa Senhora do Rosário

Também chamada de Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, o templo foi fundado pela Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos. A igreja tem uma arquitetura bonita e peculiar e é a única de formato circular em Ouro Preto. No seu interior possui diversos santos negros.

Igreja de Nossa Senhora do Rosário

Visita a Mariana de Trem

Mariana é uma cidade vizinha a Ouro Preto, que foi a primeira capital de Minas Gerais e tem as famosas "Igrejas Gêmeas". Reserve uma manhã ou tarde para fazer esse passeio de trem. Nós escrevemos um post específico com os detalhes desse passeio: Clique aqui para conferir




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